Dízimos e Ofertas

Dízimos e Ofertas

O Apóstolo Paulo nos dá a seguinte exortação: 

Saibam de uma coisa: quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher; quem semeia com generosidade, com generosidade há de colher. Cada um dê conforme decidir em seu coração, sem pena ou constrangimento, porque Deus ama quem dá com alegria.  Deus pode enriquecer vocês com toda espécie de graças, para que tenham sempre o necessário em tudo e ainda fique sobrando alguma coisa para poderem colaborar em qualquer boa obra, conforme diz a Escritura: «Ele distribuiu e deu aos pobres; e sua justiça permanece para sempre.» (II Coríntios 9, 6-9).

 

Como contribuir com o Dízimo ou Oferta na Paróquia de Espera Feliz:

  • Por meio do envelope, entregue no ofertório das missas e celebrações ou no escritório paroquial;
  • Por depósito ou transferência bancária:
  • Agência Sicoob 3118 – Conta Corrente 2449-0
  • PIX – Chave: CNPJ: 04938603000190 
  • Ou ainda pelo QrCode: 

 

Sobre a Pastoral do Dízimo

O que é a Pastoral do Dízimo?

A Pastoral do Dízimo é a ação eclesial que tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para a implantação e o funcionamento do dízimo, e acompanhar os membros da comunidade no que diz respeito a sua colaboração, em sintonia com a pastoral de conjunto na Igreja particular.

Pastoral do Dízimo: Para que serve?

A Igreja tem como missão ser a presença de Cristo no mundo. O Senhor, como Bom Pastor, vai em busca de suas ovelhas e realiza qualquer esforço em vista da salvação das almas. Assim surgem as Pastorais na Igreja, com o rosto de Cristo Bom Pastor que, em meio às exigências do cotidiano, se dispõe ao serviço em vista do próximo. Os trabalhos são os mais diversos: Pastoral da Criança, da Juventude, Comunicação, Social, Familiar, Litúrgica, e a Pastoral do Dízimo. Estima-se que existem mais de 40 Pastorais na Igreja do Brasil. 

 

O DÍZIMO NA VIDA DA COMUNIDADE

Uma família não se mantêm, de modo digno, sem uma renda financeira de acordo com suas necessidades: energia elétrica, água, alimentação, manutenção doméstica, transporte, entre outras despesas, necessariamente fazem parte da realidade familiar.

Numa comunidade eclesial não é diferente. Por mais que a espiritualidade não tenha um custo em si mesma, o culto litúrgico, o espaço físico e funcionários – citando apenas alguns exemplos – demandam recursos dos mais diversos. Em suma, não é possível uma vivência paroquial mínima sem uma receita.

A partir desse entendimento, podemos compreender um pouco da necessidade material do dízimo. Sem levar em consideração seu aspecto ainda mais profundo, o espiritual.

O dízimo “está relacionado com a experiência de Deus, que, por amor, entregou seu Filho por nós e por todo o mundo” (Documento 106, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, 8). Esta relação com Deus se concretiza a partir da oferta financeira feita de modo generoso e deliberado. O fiel não partilha seu dízimo por um aspecto institucional somente, mas a partir de uma relação com “aquele de quem provém tudo o que ele é e tudo o que ele tem, e expressa, na gratidão, sua fé e sua conversão.” (Doc. 106, 29). Estamos falando da dimensão religiosa do dízimo, que com as demais tornam ainda mais claro seu papel na vida da comunidade.

 

  • Dimensão religiosa: como dito anteriormente, trata-se da relação do fiel com Deus;
  • Dimensão eclesial: com a consciência de ser membro da Igreja, o fiel participa diretamente dos custos com a realização do culto divino;
  • Dimensão missionária: a colaboração do dízimo se une a de outros irmãos e favorece a partilha de recursos em projetos de evangelização comum, de cada diocese, assim como a comunhão de recursos com comunidades mais pobres;
  • Dimensão caritativa: se manifesta no cuidado com os mais pobres e necessitados.

“A Pastoral do Dízimo é a ação eclesial que tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para a implantação e o funcionamento do dízimo, e acompanhar os membros da comunidade no que diz respeito à sua colaboração, em sintonia com a Pastoral de Conjunto na Igreja particular.” (Doc. 106, 36)

 

QUAIS OS TRABALHOS QUE GARANTEM O FUNCIONAMENTO DA PASTORAL?

Para os trabalhos práticos da pastoral, a CNBB destaca:

  • A organização de equipes de Pastoral do dízimo;
  • A participação ativa e o envolvimento pessoal dos ministros ordenados;
  • A unificação do sistema de recebimento e de gerenciamento do dízimo na Igreja particular;
  • A divulgação dos resultados;
  • A atenção aos aspectos legais envolvidos no recebimento do dízimo e em seu correto registro;
  • O cuidado com a linguagem utilizada para se fazer referência ao dízimo, pois os termos empregados influem na compreensão e nas motivações;
  • A convivência harmônica entre a Pastoral do Dízimo, os Conselhos Econômicos diocesano, paroquial e pastoral, Conselho Paroquial de Pastoral, respeitando-se as atribuições e a representatividade de cada um” (Doc. 106, 60).

Tais atribuições fluem de modo eficiente quando há comunhão entre as diversas instâncias, a partir do pároco/administrador paroquial, tesouraria, CPP, e equipe da Pastoral do Dízimo. Sobretudo, quando a comunidade – representada pelos acima citados – abraçam a causa da evangelização e se determinam a anunciar Jesus sem medir esforços.

 

Algumas considerações do Documento 106 sobre as modalidades mais comuns:

  • Durante o expediente da secretaria paroquial: Usualmente mais comum, o local merece valorização e atenção quanto ao direito à privacidade seja sobre o valor, seja sobre o anonimato. “Quando formalmente requerido, precisam ser respeitados no registro do dízimo” (Doc. 106, 54).
  • Plantão do dízimo: Ocasião de acolhimento aos dizimistas, o plantão oferece maior flexibilidade já que atua nos horários que antecedem a santa Missa e momento ulteriores à celebração nas comunidades;
  • Carnês e envelopes: Com identificação, são formas muito utilizadas para a documentação e o registro das contribuições;
  • Débito automático: apesar de ser uma modalidade questionada, tendo em vista o risco de enfraquecer “a consciência de corresponsabilidade eclesial” (doc. 106 § 50), vem sendo implantada em algumas instituições;
  • Durante a celebração eucarística: Favorece o sentimento de oferta, porém pode ser confundido com as ofertas. O ideal é que o dízimo seja partilhado antes ou depois das celebrações.
  • Recolhimento domiciliar: Segundo o Documento 106, além do enfraquecimento da responsabilidade, é preciso que se considere os perigos de tal exposição, como assaltos.

O dízimo se caracteriza como doação. Portanto, a lei exige a contabilização das entradas a partir de documentação que comprove as receitas e despesas, e sua gestão. Algumas das recomendações, expressas no parágrafo 52 do Documento 106:

  • “Registre-se o valor da contribuição de cada fiel, de modo que se possa comprovar a origem da contribuição recebida;
  • Dê-se, a cada dizimista que solicitar, o recibo da contribuição feita para que ele possa comprovar a contribuição feita;
  • Administre-se o resultado financeiro do dízimo, a partir de conta corrente/poupança em nome da pessoa jurídica (mitra ou paróquia). Jamais seja depositado em contas cujos titulares sejam pessoas físicas.”
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